A Psicanalista que Resolve o que Nenhum Sucesso Consegue Curar

Executiva que chegou a Diretora para América Latina e Canadá em uma das maiores multinacionais de tecnologia do mundo, Tábata Romero trocou o topo do corporativismo pela profundidade da mente humana. Psicanalista Lacaniana, ela une rigor teórico e capacidade clínica resolutiva, ajudando executivos, médicos, empresários e profissionais de sucesso a resolverem o que nenhuma conquista profissional conseguiu: o sofrimento que mora no inconsciente.

Há pessoas que chegam ao topo e descobrem que o topo não cura o sofrimento. Tábata Romero chegou lá, olhou ao redor e percebeu que o que mais precisava de atenção não estava nos dashboards ou nas reuniões de conselho. Estava dentro das pessoas. Com uma trajetória que une graduações em Relações Internacionais e Economia na USP, anos de liderança executiva em multinacionais e uma formação psicanalítica de rigor raro, ela construiu uma prática clínica que transforma vidas desde as primeiras sessões. E faz isso a partir de um lugar que poucos psicanalistas conhecem: o de quem já viveu a pressão do outro lado.

A filha que aprendeu a carregar o mundo nos ombros

Nascida e criada em São Paulo, filha de um empresário visionário que faleceu de câncer aos 52 anos, quando Tábata tinha apenas 4 anos, ela cresceu sob o peso precoce da responsabilidade emocional e financeira da família. Com um irmão mais velho acometido por esquizofrenia e uma mãe emocionalmente abalada pela perda, Tábata aprendeu desde cedo que o esforço próprio seria seu único recurso. Trabalhou no McDonald’s para começar a pagar a faculdade, estudou espanhol em curso gratuito numa escola estadual e foi a única da turma a concluir o curso completo. Esse padrão, dedicação muito acima da média, seria sua marca para sempre. “Acredito que todo obstáculo sempre pode ser vencido pelo rigor”, afirma Tábata Romero.

Do corporativo ao divã: a virada que ninguém esperava

Sem “paitrocínio”, sem indicações e sem dinheiro, Tábata construiu uma carreira executiva que a levou de analista de inteligência de negócios a Diretora de Produtos para América Latina e Canadá em uma das maiores multinacionais de tecnologia do mundo, tudo antes dos 33 anos. Quando chegou ao que considerava o topo, algo inesperado aconteceu: o trabalho deixou de ser desafiador. Em busca de nova inspiração, começou a estudar História da Arte, Piano e passou pelo seu segundo processo de psicanálise como paciente. Ao final dessa análise, a resposta estava clara. Iniciou a formação em Psicanálise no Centro de Estudos Psicanalíticos de São Paulo, concluindo-a com um certificado de duas páginas, tamanho era o volume de cursos e carga horária acumulados. Seu primeiro paciente chegou sem ela pedir: sua dermatologista, que a via sempre lendo na sala de espera, pediu para ser analisada por ela e por ninguém mais. “Ela dizia que nunca havia visto alguém estudar com tanta dedicação. Foi assim que eu comecei a clinicar, fui convocada”, conta Tábata Romero.

Lacan encontra a boardroom: a condução clínica que transforma nas primeiras sessões

O diferencial de Tábata Romero não está apenas no rigor teórico lacaniano, embora ele seja profundo e inegociável. Está na combinação rara entre esse rigor e uma capacidade executiva de diagnóstico e condução clínica que produz resultados já nas primeiras sessões. Ela é a psicanalista que entende o universo de onde seus pacientes vêm: a pressão por performance, as decisões de alto impacto, o isolamento dos cargos de liderança. Seus pacientes são médicos, advogados, engenheiros, CEOs e executivos de grandes empresas, todos muito bem-sucedidos profissionalmente e, ao mesmo tempo, profundamente sofridos. Com ela, o processo terapêutico não precisa durar anos para ser efetivo. “Meu diferencial acredito que seja a minha capacidade executiva agora aplicada à clínica psicanalítica, sob o rigor do arcabouço teórico lacaniano, que também é muito lógico e resolutivo, quase matemático, o que conduz os pacientes a profundas melhorias em relativamente curto espaço de tempo, já desde o início do tratamento”, explica Tábata Romero.

Tenacidade, rigor e aperfeiçoamento contínuo como estilo de vida

Os valores que sustentam a prática de Tábata são os mesmos que sustentaram sua vida inteira: estudo incansável, compromisso com o autoaprimoramento contínuo e foco no resultado, que agora está na saúde mental e no estado de bem-estar de seus pacientes. Formada com excesso de carga horária e pós-graduada em duas especializações simultâneas na área da psicanálise lacaniana, ela realiza supervisão clínica regular com grandes doutores e pós-doutores da psicanálise contemporânea por entender que a complexidade da mente humana não se esgota. A cultura de sua prática clínica é uma extensão direta de quem ela é: uma profissional que não escreve a partir de ideias abstratas, mas de vivência real somada a pesquisa profunda e resultados empíricos. Para Tábata, não existe atalho entre o estudo sério e o resultado clínico de excelência. “Muito amor, estudo incansável e dedicação inabalável ao que se escolher fazer”, define Tábata Romero.

O legado de um pai que partiu cedo demais

A história de Tábata tem uma ferida de origem que também é sua maior fonte de propósito. Seu pai, empresário, perdeu a vida cedo para um câncer alimentado por maus hábitos negligenciados em nome do trabalho e do legado que queria deixar para os filhos. Tábata carrega essa memória com lucidez e afeto. Como filha, diz que teria preferido tê-lo vivo em vez de seu legado. E é exatamente essa clareza que alimenta sua missão: ajudar pessoas em posições de grande responsabilidade a cuidarem da saúde mental antes que o corpo e as relações cobrem o preço. O equilíbrio entre a entrega profissional e o cuidado consigo mesma é, para ela, uma questão de sobrevivência e de sentido. “Uma boa psicanálise lacaniana teria lhe feito grande bem”, reflete Tábata Romero sobre o pai.

Saúde mental como responsabilidade de quem lidera

O impacto que Tábata Romero quer deixar no mundo vai além do consultório. Ela acredita que todo executivo, médico, juiz, governante ou pessoa em posição de grande responsabilidade deveria se analisar, não apenas como cuidado pessoal, mas como ato de responsabilidade com todos que dependem deles. Quando não há autoconhecimento, as decisões são contaminadas por padrões inconscientes e emoções não elaboradas, gerando perdas pessoais, financeiras e relacionais. Sua causa é clara: despertar a consciência para a saúde mental como condição para liderar bem, viver com sentido e construir um legado que valha a pena. “Pessoas em cargos de grande responsabilidade deveriam possuir um proporcional autoconhecimento, além da capacidade de desfrutar de maneira saudável de suas conquistas em vida”, afirma Tábata Romero.

Quando o legado começa de dentro para fora

Daqui a 50 anos, Tábata Romero quer ser lembrada pelos pacientes como a psicanalista que libertou suas vidas do sofrimento, que os despertou para a cor, para o desejo e para a alegria de viver, para além dos vícios e padrões destrutivos que tanto aprisionam quem carrega o peso de grandes responsabilidades. Sua trajetória é a prova viva de que o maior ativo de qualquer líder não está no cargo ou no patrimônio: está na saúde de quem decide. A Revista Prospere Legado celebra histórias como a de Tábata porque elas lembram a todos que prosperidade sem saúde mental não é prosperidade, é prisão.

@tabataromero_psicanalise